Oficina marca fase de elaboração do Plano de Comunicação do Comitê BIG



No dia 30 de julho, o comitê de Bacia Hidrográfica da Baía da Ilha Grande (CBH-BIG) realizou mais uma de suas oficinas. O tema foi a Construção do Plano de Comunicação e teve como palestrantes Monique Soares, que trouxe seus conhecimentos sobre comunicação institucional e engajamento externo e Luís Felipe Cesar, que conduziu a oficina sobre o tema comunicação e mobilização no meio rural. Essa oficina teve o objetivo de capacitar os membros do comitê para a construção do Plano de Comunicação, que representa uma das metas do Plano de Recursos Hídricos aprovado pelo comitê.

Monique Soares, é jornalista, especialista em gestão estratégica de pessoas e pós-graduanda em comunicação organizacional, possui também vasta experiência em comunicação no âmbito de empresas públicas e privadas. Além disso, é especialista em comunicação da AGEVAP, entidade delegatária do CBH-BIG, e atende quatros comitês fluminenses, sendo eles o Comitê Médio Paraíba do Sul (CBH-MPS), o Comitê Rio Dois Rios (CBH – R2R), o Comitê do Baixo Paraíba do Sul e Itabapoana ( CBH – BPSI) e o Comitê Piabanha (CBH – PIAB). Luís Felipe Cesar, que também é jornalista, é mestre em desenvolvimento sustentável e especialista em sistemas florestais e já dirigiu o departamento de proteção ambiental e a agência de meio ambiente em Resende. Hoje é diretor da ONG Crescente Fértil, uma organização da Sociedade Civil que atua nas áreas de meio ambiente e comunicação.

Durante a execução da oficina foram definidos conceitos importantes para o entendimento da comunicação, sendo apresentado, por exemplo, diferenças e definições de comunicação institucional e comunicação organizacional e como cada uma deve ser trabalhada dentro do contexto do comitê. Monique também apresentou exemplos de como já são realizados os trabalhos de comunicação nos comitês em que ela já atua, sendo divididas entre atividades rotineiras e pontuais, além de explicar quais são os primeiros passos para a criação do plano de comunicação.

Logo em seguida, Luís Felipe trouxe para discussão como trabalhar a informação, principalmente no meio rural, quais formas de dar credibilidade, para a população rural, as informações transmitidas pelo comitê e como combater os processos de desinformação e criação de fakenews. Algumas das estratégias citadas foi a utilização do rádio como canal de informação e o que foi chamado pelo palestrante de “comunicação de porteira”, ou seja, uma comunicação que conversa diretamente com o morador rural, realizando trabalhos de porta em porta apoiado por materiais visuais.

A próxima etapa para a construção do Plano de Comunicação inclui a aplicação de questionários às entidades envolvidas na gestão de recursos hídricos da região da Ilha Grande e às secretarias de educação para formular um diagnóstico local. Após isso é pretendida a confirmação e consolidação das informações para poder ser criado o melhor direcionamento das ações de comunicação. O Plano de Comunicação está previsto para ser aprovado em novembro podendo iniciar sua ações a partir do mesmo mês.


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